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REPÓRTERES DA REPÚBLICA

Todo o país
29 de Setembro > | 9:00

29 DE SETEMBRO A 5 DE OUTUBRO | Comemorações Oficiais do 5 de Outubro

 

Participe com as suas fotografias dos eventos em facebook.com/reporterrepublica

ou envie-nos para reporterrepublica@centenariorepublica.pt até ao dia 10 de Outubro de 2010.



Exposições à Noite (abertas até à meia-noite)

Terreiro do Paço
29 de Setembro > | 10:00

 

CORPO.ESTADO, MEDICINA E SOCIEDADE NO TEMPO DA I REPÚBLICA. É o título escolhido para uma exposição que pretende dar conta da história da medicina em Portugal nas décadas da consolidação do poder e do prestígio dos médicos, bem como das relações entre este saber, o poder político e os diversos grupos sociais. É a história de um saber e de um poder que não recusou a sua vocação social.

VIAJAR.VIAJANTES E TURISTAS À DESCOBERTA DE PORTGUAL NO TEMPO DA I REPÚBLICA. O ano de 1911 representa um momento fundamental na emergência do turismo organizado em Portugal. Nesse ano, em Maio, Lisboa recebeu o IV Congresso Internacional de Turismo e o governo provisório da República criou as primeiras estruturas oficiais – a Repartição de Turismo e o Conselho de Turismo. Viajar por prazer, para conhecer outros lugares e costumes, como distracção ou forma de repouso tinha-se tornado um desejo acessível a mais pessoas.

Período de exibição

23 de Julho a 31 de Dezembro de 2010

De 29 de Setembro a 5 de Outubro: 10h00 - 24h00 | Restantes dias: 10h00 - 18h00

http://corpo.centenariorepublica.pt

http://viajar.centenariorepublica.pt

>> entrada livre




Desfraldar da Bandeira Nacional

Praça do Comércio, Arco da Rua Augusta
29 de Setembro > | 17:00

Desfraldar da Bandeira Nacional no Arco da Rua Augusta com a Banda Sinfónica da Guarda Nacional Republicana.


Nota de Imprensa

 

>>Todos são convidados a assistir à cerimónia solene

 

 



Decoração dos pilares da Ponte 25 de Abril

Ponte 25 de Abril
29 de Setembro > | 17:00


Lançamento da moeda, de 2 euros, comemorativa do Centenário da República, INCM

Terreiro do Paço, Posto de informação da CNCCR
29 de Setembro > | 17:30

Será lançada uma moeda de 2 euros comemorativa do Centenário da República, uma iniciativa conjunta da Imprensa Nacional Casa da Moeda e Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República.

No dia 29 de Setembro, será aqui publicada uma imagem desta Emissão Especial.

 

Nota de Imprensa

 

Escultor: José Cândido e Luc Luycx

Valor Facial: 2 €
Metal: bimetálica (Latão/Cuproníquel)
Acabamento: normal
Diâmetro: 25,75 mm
Peso: 8,5 g
Bordo: Serrilhado com inscrição em baixo relevo
Inscrição no bordo: Cinco brasões e sete castelos a igual distância
Eixo: vertical
Tiragem: 2.000.000
Legislação: Resolução do Conselho de Ministros n.º 25/2010, de 5 de Abril

A/: No campo central, é utilizada uma composição dos elementos mais significantes e simbólicos da República: a efígie e as armas da mesma e a legenda «REPÚBLICA PORTUGUESA 1910 -2010» dispostos em arco sobre o escudo e, envolvendo todo o desenho, encontram-se dispostas em forma circular as 12 estrelas que representam a
União Europeia.

R/: O número 2 que representa o valor da moeda aparece no lado esquerdo da face comum. Sobre o lado direito da mesma face, surgem seis linhas verticais direitas, sobre as quais estão sobrepostas doze estrelas, cada uma imediatamente antes de cada extremidade destas linhas. O continente europeu está representado no lado direito. A parte direita desta representação sobrepõe-se à secção média das linhas. A palavra «EURO» está sobreposta horizontalmente na parte central direita da face comum. As iniciais «LL» do autor da gravura estão inscritas sob a letra «O», perto do bordo do lado direito da moeda.

 

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Inauguração da Exposição: A Guarda e a República

Praça do Comércio, Ministério da Administração Interna
29 de Setembro > | 18:00

A exposição insere-se no programa oficial das Comemorações do Centenário da República e celebra o 99.º aniversário da Guarda Nacional Republicana.
Ao visitar esta exposição, o visitante descobre como se preparou a revolução republicana e se criou a Guarda Republicana e o papel que a GNR e o Carmo tiveram na sociedade portuguesa. Descobre, também, um local com uma história de mais de 600 anos e onde se pode e deve falar dos valores republicanos recuperados com o 25 de Abril.


Esta exposição é, ainda, uma oportunidade para circular nos espaços conventuais criados por D. Nuno Álvares Pereira, descer à cisterna subterrânea do antigo Convento do Carmo, apreciar os principais símbolos nacionais, incluindo a primeira e a actual Constituição da República, para visitar os espaços onde se negociou a rendição e a transmissão do poder em Abril de 1974 e subir à varanda sobre o Rossio, onde se pode ver uma das melhores panorâmicas sobre a cidade de Lisboa.

Com uma elevada componente pedagógica, divertida e diversificada, esta exposição permite revisitar a história do país, evocando figuras, espaços, memórias e emoções, com utilização de recursos interactivos e multimédia, bem como actividades lúdicas, tais como, interacção com mascotes, cães e cavalos, passeios em carruagem e volteio a cavalo.

 

Período de exibição

29 de Setembro a 31 de Outubro de 2010

2ª a 6ª das 10h00 às 18h00

sábados, domingos e feriados: 10h00 às 19h00

>> Entrada livre


Marcações de grupos: T 213 939 770 ou E-mail: exposicao@gnr.pt
Mais informações: exposicao@gnr.pt

 

Organização Ministério da Administração Interna - Guarda Nacional Republicana e Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República



Inauguração da Exposição: Enfim, a República

Fundação Mário Soares, Sala de Exposições
29 de Setembro > | 18:30

No dia em que passam cem anos sobre a decisão de avançar para a revolução republicana, a Fundação Mário Soares assinala essa efeméride com uma exposição dedicada à Colecção António Pedro Vicente. A Colecção António Pedro Vicente, que hoje integra o património da Fundação, é constituída por mais de seiscentos espécimes, fornecendo uma visão alargada sobre a República e os seus dirigentes, a iconografia que a marcou, abrangendo ainda o final da monarquia e, igualmente, alguma iconografia do Estado Novo e de campanhas eleitorais da Oposição. O Professor Doutor António Pedro Vicente reuniu, ao longo de cerca de quarenta anos, uma colecção iconográfica sobre a República, que criteriosa e sistematicamente organizou, classificou e preservou. Essa colecção, constituída por mais de seiscentos espécimes e que hoje integra o património da Fundação Mário Soares, estende-se das últimas décadas do séc. XIX até ao período da Ditadura Militar, constituindo um acervo único por virtude da variedade e raridade das peças, documentos e imagens que a integram. Proximamente, será também editado o catálogo integral da Colecção António Pedro Vicente.

 

Na inauguração da exposição realizar-se-á um espectáculo intitulado Fados da República, que procura recriar Fados e poemas situados na queda da Monarquia, fazendo um enquadramento histórico e cultural e mostrando os caminhos que a República abriu ao nível das mentalidades, das vivências e das paixões.

 

Músicos
Carla Ribeiro - voz | Gil Costa - voz | André Santos - guitarra | Carl Nevit - contrabaixo | Hugo Edgar - guitarra portuguesa | Nuno Tavares - piano

Direcção Musical
André Santos e Nuno Tavares

Organização
Cultideias

 

Período de exibição

29 de Setembro a 31 de Dezembro de 2010 | dias úteis, das 14h30 às 19h30

Fundação Mário Soares, Sala de Exposições, Rua de S.Bento, 160, Lisboa | http://www.fmsoares.pt

 

Uma iniciativa da Fundação Mário Soares com o apoio da Comissão nacional para as Comemorações do Centenário da República. 

 

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Inauguração da Exposição: 100 ANOS de PATRIMÓNIO: memória e identidade - Portugal 1910-2010

Palácio Nacional da Ajuda, Galeria de Pintura do Rei D. Luís I
29 de Setembro > | 18:30

Inaugura no dia 29 de Setembro às 18h00, na Galeria de Pintura do Rei D. Luís I, Palácio Nacional da Ajuda, com a presença de Sua Excelência a Ministra da Cultura, a Exposição “100 Anos de Património: memória e identidade – Portugal 1910-2010”.

 

Nota  de Imprensa

 

100 ANOS de PATRIMÓNIO é uma exposição que pretende reflectir a evolução dos conceitos e das práticas no Património em Portugal, englobando os antecedentes pré-republicanos e evoluindo até à actualidade. A complexidade do tema fica demonstrada na própria extensão da exposição, estruturada cronologicamente, que procura deixar espaço para outras abordagens e interpretações possíveis. 100 ANOS de PATRIMÓNIO seriam difíceis de sintetizar nas suas inúmeras vertentes, nos seus diferentes protagonistas, nos diversos acontecimentos que de alguma forma marcaram este século. A exposição chama a atenção para dois aspectos fundamentais sempre presentes neste Tempo: a Memória, sem a qual não seria concebível o nosso presente e uma perspectiva de futuro; e a Identidade, que nos permite reconhecermo-nos e reencontrarmo-nos nas nossas particularidades e nas nossas diferenças, num mundo gradualmente mais globalizado e uniformizado.

 

Comissário Científico: Dr. Jorge Custódio


Período de exibição

30 de Setembro a 21 de Dezembro

Todos os dias: 10h00 às 18h00

Encerra às 4ªs feiras

 

Uma iniciativa do IGESPAR e da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República

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Dona Branca, de Alfredo Keil

Teatro Nacional de S. Carlos
29 de Setembro > | 20:00

DONA BRANCA, de ALFREDO KEIL (1850-1907)

Versão de Concerto Drama lírico em quatro partes e prólogo.

Libreto de César Ferreal sobre poema Dona Branca, de Almeida Garrett.

 

Estreada em 1888 no então Real Teatro de São Carlos, “Dona Branca” de Alfredo Keil volta ao palco do TNSC, agora em versão de concerto, no âmbito das Comemorações do Centenário da Republica Portuguesa. Depois da ópera “Don Giovanni” na temporada passada, Johannes Stert regressa a Lisboa para dirigir a Orquestra Sinfónica Portuguesa e o Coro do Teatro Nacional de São Carlos.   No elenco, destaque para Ausrine Stundyte – que interpretou a temporada passada a personagem Mimi em La Bohéme de Peter Konwitschny –, Giorgio Casciarri e para os portugueses Maria Luísa de Freitas, Luís Rodrigues e Nuno Dias.

 

Direcção Musical | Johannes Stert; Projecção de Fotografias de | Duarte Belo

Orquestra Sinfónica Portuguesa | Coro do Teatro Nacional de São Carlos

 

Intérpretes:

Dona Branca | Ausrine Stundyte

La Fée | Maria Luísa de Freitas

Aben-Afan | a anunciar

Adaour | Luís Rodrigues

Don Payo Peres Correia Nuno Dias

Don Nuno | Musa Nkuna

Alda | Chelsey Schill

Vieille Mauresque | Laryssa Savchenko

 

29 de Setembro às 20h00

1 de Outubro às 20h00

3 de Outubro às 16h00

5 de Outubro às 16H00 (Tarde Família)

 

Mais informações em: http://www.saocarlos.pt/gca/?id=657

 

Uma produção do Teatro Nacional de São Carlos Apoio da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República.

 

s.carlos



White Body | O Corpo Branco, de Ea Sola

Culturgest, Grande Auditório
29 de Setembro > | 21:30

“A natureza do homem é verdadeiramente ser livre e desejar sê-lo, contudo o seu carácter é tal que ele segue instintivamente as tendências que a sua educação lhe dita.”

Étienne de la Boétie

 

Atravessando países confucionistas convertidos à economia global, pensei em La Boétie, que tinha lançado as sementes da modernidade – não tinha visto em nenhum outro lugar um pensamento seguido colectivamente até este ponto. Este francês, este europeu, este Corpo Branco que propôs a desobediência, a recusa, o não fazer, inventando a ideia da não-violência para fugir à servidão voluntária, que pensou a liberdade que há em cada pessoa. Na minha estadia vi um indivíduo, exausto todo o ano, desprotegido, sem lazer, trabalhando sem parar. Este corpo de trabalho que, apesar de tudo, parece feliz ao caminhar pela cidade brilhantemente iluminada. A seu lado, uma criança que satisfaz os seus desejos com roupas novas e pompas e que parece também feliz. Este corpo de indústria, qual grito encurralado, que vê no divertimento um sentido de vida, a quem pertence? Quem o empurra, quem o conduz? Sob que domínio existe?

Ea Sola

 

29 de Setembro, 4ªf, 21h30

30 de Setembro, 5ªf, 21h30 

>> Mais informações em www.culturgest.pt

 



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