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Associação Recreativa Filarmónica Popular Manteiguense "Música Nova"

Distrito:
Guarda
Contacto:
Carlos Manuel Figueiredo Viegas
Nº Telefone:
275 982 316
Nº Fax
275 982 316
Morada: Outeiro - Apartado 45

Local de interpretação do Hino Nacional às 10h30 do dia 5 de Out

Largo do Município, na Rua 1º de Maio, Manteigas.

 

Direcção

Presidente: Carlos Manuel Figueiredo Viegas

Vice-Presidente: Rui Manuel Loureiro Ruas

1º Secretário: Carla da Conceição Leitão Abrantes de Carvalho

2º Secretário: Patrícia Alexandra dos Santos Martins

Tesoureiro: David Matos Saraiva

Vogal: José Abrantes de Carvalho

Vogal:José Eduardo Pereira Massano

Vogal: José Manuel Leitão Ferrão

 

Historial

A Filarmónica Popular Manteiguense - Música Nova, foi fundada a 7 de Agosto de 1877 e mantém-se em actividade ininterrupta até à presente data.

Diz a História que a música em Manteigas teve a sua origem devido à visita de uma companhia de palhaços, tendo depois alguns cidadãos comprado aos mesmos palhaços, uma trompete, um saxofone, uma tarola e uns pratos, e mesmo sem saberem música, foram pelas ruas fazendo uma grande barulheira, nascendo assim o gosto pela “divina arte”.

 

O certo é que a música em Manteigas tem a sua história bem marcada com documentos datados do dia 8 de Julho de 1865, altura em que foi fundada a “Sociedade Filarmónica”.

 

Contudo, em 1877, em vez de uma, Manteigas passou a ter duas bandas. Tudo porque aquando da divisão do país em dois partidos, Manuel da Cunha, quis festejar a vitória dos Progressistas sobre os Regedores, convidando a Sociedade Filarmónica de então actuar. Por sua vez, como a Banda era chefiada por António Ribeiro, da família nobre da Quinta de São Fernando e chefe do Partido Regenerador no Concelho, este exigiu a Manuel da Cunha uma libra em ouro por cada actuação. O Progressista indignado com a situação, resolveu dar origem a uma nova banda, a “Filarmónica Popular Manteiguense”.

Tendo descoberto em Unhais da Serra um afinador de teares que era músico e conhecido apenas pelo nome de “Pai Pata”, foi buscá-lo para trabalhar na indústria dos lanifícios, em São Gabriel e com elementos que, em grande parte vieram do velho agrupamento, Manuel da Cunha ainda nesse mesmo ano organiza a Música Nova e em 7 de Agosto sai para a rua, fazendo um concerto na Praça Luís de Camões e, até aos nossos dias, a Filarmónica Popular Manteiguense teve vida contínua.

 

Actualmente a Associação Recreativa Filarmónica Popular Manteiguense - Música Nova conta com cerca de 56 elementos, na sua maioria jovens saídos da Escola de Música que funciona na sua sede, sob a orientação do Maestro, Luís Carlos Neves Serra, e que integra formação teórica e prática instrumental.

No ano de 2004, foi fundada a Orquestra de Sopros – Música Nova, com os elementos mais jovens que compõem a Filarmónica.

 

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